Os Escolhidos

escolhidosO livro Os Escolhidos nos ajuda na compreensão da Bíblia e da vontade de Deus. Ele detalha as histórias tão apaixonantes e importantes do Antigo Testamento. É um livro importante e ideal para adolescentes e jovens começarem a ter contato com os livros de Ellen White, pois ele contém conselhos valiosos do próprio Deus. E com a linguagem atualizada, o livro (também conhecido como Patriarcas a Profetas) ficou melhor ainda! A leitura é mais agradável e a compreensão, mais fácil. Isso sem contar a linda capa e a apresentação mais moderna.

Além de conter conselhos valiosos, a leitura de Os Escolhidos nos aproxima mais de Deus, já que podemos compreender melhor a mensagem dEle para nós e senti-Lo mais pertinho. Recomendo!

Giovanna Borges

Compre aqui, no site da CPB.

Meu free walking tour em Washington

IMG_8406Em 2014, tive o privilégio de fazer uma viagem cultural pelos Estados Unidos, de costa a costa (veja aqui o vídeo). Foram dias muito intensos e agradáveis, de grande aprendizado e inspiração, conhecendo principalmente lugares históricos e significativos para a Igreja Adventista do Sétimo Dia. Com o tempo, vou contando aqui algumas dessas experiências. Aprendi recentemente com minha sobrinha uma expressão nova: free walking tour, ou seja, um tour gratuito e a pé. Foi praticamente isso o que eu fiz em Washington, DC. Só não sabia que tinha esse nome (rsrs). A grande vantagem, em minha opinião, é que a pé você tem condições de curtir os detalhes da cidade. E como a capital norte-americana é um espetáculo arquitetônico, valeu muito a pena gastar os tênis por lá.

Nos free walking tour usuais, há guias e geralmente o tour é feito em grupos, mas eu fiz a caminhada sem guia e sozinho. Na verdade, eu estava com um grupo de amigos, mas, como fiquei encarregado de tirar as fotos, acabei ficando para trás, embevecido com a cidade e seus prédios sólidos, de tom amarronzado, lembrando imagens do Império Romano. Próximo ao famoso obelisco, vi barraquinhas onde se vendiam souvenires de todo tipo, especialmente camisetas, bonés, canecas e um de que eu gostei muito: uma reprodução em resina (ou algo assim) da Casa Branca, do Capitólio, do obelisco e outros monumentos, em miniatura. Uma lembrança muito bonita. Pensei: “Não sei quando (e se) voltarei aqui. Quer saber? Vou comprar.” Aí é que fiquei mesmo para trás, mas feliz com minha aquisição. Coloquei a maquete na mochila e segui em frente, tirando fotos e mais fotos.

Quando passei em frente à Casa Branca, confesso que tive uma pontinha de decepção. Ela é bem menor do que parece nas fotos e nos filmes, apesar de seus 50 quartos e várias salas. De qualquer forma, não deixa de ser emocionante e um pouco perturbador estar ali, em frente à sede do governo mais poderoso do mundo, guardada, evidentemente, por vários policiais armados e nem um pouco simpáticos.

A Casa Branca está localizada na Avenida Pensilvânia e o edifício foi construído entre 1792 e 1800. Ela vem sendo a residência executiva de todos os presidentes norte-americanos, desde John Adams. O projeto arquitetônico foi assinado pelo irlandês James Hoban.

Depois de tirar algumas fotos ali, continuei caminhando em direção ao Monumento a Washington, o famoso (e gigantesco) obelisco, no centro do Constitution Gardens. O monumento, construído entre 1848 e 1885, em homenagem a George Washington, tem quase 170 metros de altura e é a estrutura mais alta da cidade. É feito de mármore, granito e arenito, e chama atenção o fato de ter uma cor até certa altura e outra coloração dali até o topo. Depois entendi o porquê disso. Com o início da Guerra Civil Americana, os recursos para a construção tiveram que ser desviados para o campo de batalha. O prosseguimento das obras no obelisco teve que aguardar quatro décadas. Por isso o mármore difere em cor, nas duas partes. Parei para observar e tirar mais fotos e segui meu caminho.

O carro estava estacionada na Avenida Nova York. Havíamos combinado certa hora para nos encontrar todos lá junto ao carro, em frente a uma Starbucks Coffee. Era muita coisa para ver em pouco tempo. Mas foi suficiente para me apaixonar pela cidade, pela grandiosidade de suas construções, pela limpeza e pela organização.

Além do pouco tempo, lamentei muito outra coisa: não poder entrar no Museu de História Natural de Washington. Tive que me contentar com tirar uma foto nas escadarias em frente ao prédio.

Apesar do frio que fazia naquele dia ensolarado, eu estava suado e bastante cansado da longa e enérgica caminhada. Mas o free walking tour tinha valido a pena, e minha memória e o cartão da câmera ficaram cheios de boas recordações.

Michelson Borges

O que fazer em Nova Veneza

nova venezaNova Veneza é um município muito charmoso localizado a 25 km de Criciúma, sul de Santa Catarina. É um pedaço da Itália no Brasil, pois foi colonizada por italianos do norte e a maioria dos habitantes atuais ainda é composta de descendentes desses italianos. A cidade mantém viva a cultura italiana na arquitetura, culinária, nos costumes, dialeto ainda falado por muitos moradores locais, tradições e músicas. É uma cidade pequena e pacata, o que faz ainda ser mais agradável o passeio diante da correria do dia a dia. Então, o que fazer em Nova Veneza?

Essa delícia de cidade, em todos os aspectos, é a capital catarinense da gastronomia italiana de Santa Catarina. Não deixe de provar a maravilhosa polenta com fortaia de lá, bem como os outros quitutes italianos, deixando um espacinho para os doces e o sorvete.

Estacione seu carro ao lado da praça central, Praça Humberto Bortoluzzi, e caminhe por lá, tirando belas fotos. É uma praça linda e gostosa, com bancos onde se pode sentar e esquecer o tempo. Nessa praça há a roda d’água – monumento em homenagem às famílias colonizadoras, com placas onde estão gravados os sobrenomes das famílias que fundaram a antiga colônia Nuova Venezia – uma gôndola doada e trazida de Veneza, na Itália, situada em um lago artificial e um coreto – espécie de palco antigo. Todas essas atrações são gratuitas.

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Nota: Veneza tem sabor de infância para mim, pois, de vez em quando, meu pai nos levava lá para comer a tal maravilhosa polenta caseira (e é maravilhosa mesmo!). No caminho para lá, há uma ponte de arame que eu balançava para assustar a autora do post acima. – Michelson

Fé e batatas

o-fazendeiro-e-deusO periódico The Youth’s Instructor, de 17 de outubro de 1944, publicou a seguinte história, relacionada com a grande decepção pela qual milhares de adventistas passaram após o dia 22 de outubro de 1844:

O Sr. John Howlett tinha em sua fazenda uma grande plantação de batatas. Sua esposa Lizzie um dia lhe perguntou:

– John, você não vai colher as batatas? Já passou muito da época de colhê-las.

– Eu sei, eu sei – respondeu ele. – Mas eu não vou colher as batatas.

– Não vai colhê-las? As batatas vão apodrecer embaixo da terra, quando chegar o inverno.

– Não se preocupe, Lizzie, Jesus está para voltar. Não vamos precisar guardar batatas para o inverno. Estaremos no Céu. Também não tenho tempo de colhê-las, pois preciso proclamar a mensagem da volta de Cristo.

– Está certo, está certo – respondeu Lizzie.

A zombaria dos vizinhos de John foi ainda maior quando se constatou que havia ocorrido um erro na interpretação das profecias relacionadas com o ano de 1844. Além de ser considerado louco por não colher as batatas na época certa, John foi também chamado de pregador de uma falsa mensagem. Mas, apesar do equívoco, Deus estava com Howlett e com os demais adventistas.

Com o coração ainda angustiado pelo despontamento, John Howlett resolveu colher as batatas. Naquele ano, uma praga atingiu as batatas que estavam armazenadas nos celeiros, e os vizinhos que haviam zombado de Howlett perderam toda a colheita. As batatas que ficaram no solo, entretanto, não foram atingidas pela praga. Howlett generosamente partilhou com os vizinhos sua colheita e isso impressionou grandemente aqueles que o haviam chamado de louco. Deus cuidara de Seu filho.

Quando assisti “O Fazendeiro e Deus” (Faith Like Potatoes, 2006), lembrei-me da história de Howlett, ocorrida há mais de um século e meio. O filme conta a história real de Angus Buchan, um fazendeiro africano descendente de escoceses. Quando a situação em Zâmbia fica complicada, Buchan vende sua fazenda e se muda com a esposa e os filhos para a África do Sul. Dono de um temperamento difícil e muito estressado com a dura tarefa de transformar um pedaço de terra num local produtivo, Buchan finalmente encontra a paz no momento em que entrega a vida a Jesus. Mas não é “só” isso: ele se torna um homem cuja fé é capaz até de ressuscitar mortos; um pregador simples, porém comprometido com a missão de mostrar às pessoas que Deus é real e se importa com Seus filhos.

Para Angus, a fé tem que ser como batatas: crescem de maneira invisível debaixo da terra, mas são reais como o ar que se respira. A vida dele, como a de muitos preciosos cristãos, é a expressão prática das palavras de C. S. Lewis: “O cristianismo, se é falso, não tem nenhuma importância, e, se é verdade, tem infinita importância. O que ele não pode ser é de moderada importância.”

“O Fazendeiro e Deus” é um filme tocante que mostra o quanto Deus está disposto a agir na vida daqueles que se entregam de coração, não importa onde vivam ou quão pecadores tenham sido.

Michelson Borges

Obs.: Há pelo menos uma cena duvidosa no filme. A certa altura, o pai de um menino que havia falecido sonha com o filho e o garotinho diz estar esperando por ele. O ambiente do sonho lembra muito o da nova Terra, o que fará aqueles que creem no sono da morte entenderem se tratar da promessa da ressurreição, já que o menino disse estar esperando e não vendo “lá do Céu” o pai. Os que creem na imortalidade da alma farão outra leitura: que o menino estava consciente após a morte e que o sonho era mais do que um sonho. Assista aqui a verdadeira explicação do que ocorre na morte.

Como ter uma viagem de avião mais confortável

img_3658Já conhece a seção “Viajante de Primeira”, do blog Mapa na Mão? O objetivo com ela é ajudar a quem tem pouca experiência com viagens, ou mesmo quem já a tenha, mas esteja sempre querendo aprimorar a arte de viajar (nós estamos a todo momento!), a se tornar expert no ramo! Estamos preparando muitos posts legais sobre como montar uma viagem do zero, mas, por enquanto, fique com o post que minha mãe já escreveu sobre arrumação de malas e com este aqui, sobre como tornar viagens de avião um pouco mais dignas! haha 🙂

1. O ar do avião costuma ser muito seco. Tem quem não sinta, mas eu sinto muito. Para driblar isso, sempre levo comigo um soro fisiológico de 100 ml (maior do que isso não entra no avião!) que aplico nas narinas de tempos em tempos, um creme hidratante também pequeno para aplicar nas mãos e um hidratante labial potente. Principalmente o soro se tornou indispensável para mim, porque minhas narinas ardiam muito com o ar seco, chegando a me acordar de dor. E não faz mal, então pode usar sem medo!

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Tudo o que você precisa saber para viajar para a Polônia

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A autora em Varsóvia

Em fevereiro de 2015 passei um mês na Polônia, mais especificamente na capital, Varsóvia.
Estive lá através de um estágio pela IFMSA – International Federation of Medical Students’ Association. Inclusive, para os estudantes de medicina que tiverem interesse, indico muito esse intercâmbio. É relativamente fácil de conseguir e os intercâmbios são realizados nos meses de férias, não precisando perder aula. Se quiser mais informações, deixa um comentário aqui embaixo que vou adorar te ajudar! Mas, voltando à Polônia: tive uma certa surpresa quando soube que tinha sido selecionada para aquele país. Não sabia quase nada sobre lá. A minha surpresa se seguiu de alegria por saber que conheceria um país sobre o qual eu não sabia muito. Mas a surpresa das outras pessoas continuou por muito tempo, hehe. Até poucos dias antes de eu viajar, quando contava que estava prestes a ir para um intercâmbio na Polônia, invariavelmente o comentário era “mas por que a Polônia??”. Entendo a surpresa. A Polônia ainda não foi descoberta pelos brasileiros, especialmente Varsóvia. Em um mês na capital (e passeando muito por lugares turísticos), não encontrei nenhum brasileiro (a não ser Ana, a brasileira que estava fazendo intercâmbio comigo hehe). Só fui encontrar alguns brasileiros no final de semana em Cracóvia. Uma pena! Mas até entendo. Ir para o exterior, em especial para outros continentes, apesar de poder ser muito mais acessível do que a maioria das pessoas imagina (e é isso que nós aqui no blog queremos mostrar! Amo ver gente – que não sabia que podia – viajando), ainda representa um gasto alto para muitas pessoas. Assim, quando têm a oportunidade, muitos acabam optando pelos “destinos sonho”, e a Polônia não faz parte deles.

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Os free walking tours mudaram meu jeito de ver as cidades

Walking TourSabe aquela coisa da qual tu já ouviu falar mas não foi muito atrás e acabou deixando para olhar mais a fundo depois? Pois é, sou assim com algumas coisas, e infelizmente perco a oportunidade de conhecer atividades incríveis. Foi assim com o Free Walking Tour, até que eu tive um convite. Quando estive na Polônia para um intercâmbio, uma das minhas madrinhas (as meninas que passeavam por lá comigo) me convidou para fazer um tal de um tour a pé que era “de graça”. Ela nunca tinha feito também, só tinha ouvido falar. Nos 10 primeiros minutos eu já estava apaixonada. Naquele dia eu fiz o tour pelo bairro de Praga e a experiência foi sensacional. Foi então que eu compreendi melhor a história de Varsóvia e da Polônia no geral. Vi que por trás de cada prédio naquela cidade existe muita história. Triste, na maioria das vezes, coberta de sangue e de dominação. Mas é essa a história da Polônia, e eu acredito que a história deva ser preservada com um motivo muito nobre: para que não repitamos erros. Mas vamos falar de coisa boa, né? Aquele tour me serviu para entender a história de Varsóvia porque os guias (não só desse tour, mas dos outros que já fiz, conto mais abaixo) se preocupam em explicar por que aquela região coberta pelo tour tem aquelas características, e tudo isso inserido na história da cidade.

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